7 de março de 2017

Uma pausa pra falar de coisas absurdas


Eu fui ao mercado ontem, comprar uma coca- cola, e como sempre entrei na fila preferencial, porque tenho direito, o câncer é uma doença crônica que dá o direito a transporte gratuito, lugar preferencial em filas e nos trânsportes púclicos, assim como senhas preferenciais em bancos e afins. Sabendo disso, entrei na fila e esava lá tranquila, quando uma senhora disse pra mim em alto e bom som: "Me dá licença? Eu sou preferencial". Eu olhei pra ela normalmente, como alguém que sabe que pode estar no lugar que está e disse a ela que eu também era preferencial, não achei que ali eu passaria por um constrangimento horrível. A senhora em questão, mes esperou virar de costas pra dizer: "Não parece". Eu não sei ficar nervosa, eu não sei gritar, por isso virei pra ela, e mesmo com raiva eu respondi a ela: " O que a senhora disse? Que não parece? A senhora já ouviu falar em câncer? Eu tenho câncer e a senhora não sabe o que é ter respeito". Eu concluí que nem tod velha, e uma senhora vivida, com experiência e educada que merece um lugar no ônibus, algumas não passam de megeras debochadas, presumidas e recaldadas, alé, de mal educadas. E assim segue o nosso país, com pessoas desse nível achando que estão educando filhos e netos e é por isso que você abre qualquer aba de comentários em qualquer mídia social e vê animais se degladiando ao invés de pessoas debatendo. Onde o mundo vai parar? Não é de hpje que eu to avisando que o apocalipse tá próximo. Belso tempos os da minha avó, educada, altruísta, educou 11 filhos com a mais refinada educação, os 11 filhos passaram isso para os seus filhos e eu espero dar essa educação refinada aos meus filhos um dia. Não vou me contaminar nesse mar de lama de falta se sensibilidade e educação. A diferença começa em mim.
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